quarta-feira, 26 de junho de 2013

Brasil vence Uruguai garante vaga na final da Copa das Confederações

Léo Rodrigues - Portal EBC

26.06.2013 - 17h50 | Atualizado em 26.06.2013 - 18h46

Thiago Silva corta bola, sendo observado por Forlán
Thiago Silva corta bola, sendo observado por jogador uruguaio. (foto: divulgação / CBF)
Com gols aos 40 minutos do primeiro e do segundo tempo, o Brasil derrotou o Uruguai por 2 a 1 na tarde desta quarta (26), no Mineirão. O resultado garantiu a classificação para a final da Copa das Confederações. 

Os gols foram marcados por Fred e Paulinho, em etapas diferentes, mas rigorosamente quando o cronômetro trazia a mesma marca. O Uruguai descontou com Cavani.
Agora, o Brasil aguarda agora o vencedor do confronto entre Espanha e Itália, que acontece amanhã (27). A final está marcada para o Maracanã, no próximo domingo (30), às 19h.


Resumo da partida
O primeiro tempo foi muito movimentado, embora as duas seleções pouco chegaram com real perigo de gol. Nos minutos iniciais, o Uruguai assumiu a postura mais ofensiva. O medo de um "Mineiraço" começou a se desenhar aos 11 minutos, quando David Luiz cometou um pênalti infantil. Em um cruzamento na área brasileira, o zagueiro segurou Lugano sem bola. Forlán bateu mal e ainda encontrou pela frente um Júlio César inspirado, que jogou a bola para escanteio.

A resposta do Brasil foi imediata. Aos 16 minutos, Oscar mandou a bola rente ao travessão. Mas o jogo seguia morno e, somente aos 27 minutos, o Brasil conseguiu ameaçar mais uma vez, com Hulk, também finalizou por cima do gol.

O Uruguai também chegou com perigo aos 30 minutos. Após receber um passe na entrada da área, Forlán girou e chutou rente ao gol de Júlio César

Quando a etapa inicial se encaminhava para o fim, Fred conseguiu provar mais uma vez sua boa fase e balançou as redes aos 40 minutos. Neymar fez boa jogada pela esquerda e finalizou, obrigando o goleiro Muslera a espalmar para o meio da área, onde o atacante bem posicionado empurrou para o gol.

O Brasil ainda comemorava o placar de 1 a 0, enquanto o atacante uruguaio Suarez fazia suar frio a torcida local. O apito final trouxe comemoração e alívio ao público presente.

Segundo tempo
A etapa final presenteou o público com um futebol mais bonito, com mais perrigos de gol. E foi o Uruguai que deu o tom do que estava por vir, empatando a partida logo aos 2 minutos. Um corte mal feito de Thiago Silva coloca a bola, dentro da área, nos pés de Cavani. O atacante uruguaio só teve o trabalho de chutar no cantinho.

A igualdade não abalou o Brasil. Aos 11 minutos, Hulk cobrou uma falta com força e obrigou Muslera a mandar para escanteio. Mas 7 minutos depois, o atacante foi sacado por Felipão, colocando Bernard em seu lugar. A substituição mexeu com a torcida, que aplaudiu bastante o jogador do Atlético-MG e passou a empurrar mais a seleção.

Mas quem chegou com perigo outra vez foi o Uruguai. Forlán cobrou falta na área e encontrou a cabeça de Suárez, que por pouco não colocou a seleção vistante em vantagem.

Mas na sequência, a substituição de Felipão parecia fazer efeito. Aos 21 minutos, Bernard fez uma boa jogada pela direita, driblou o lateral uruguaio e cruzou para Fred, que chutou por cima do gol. Dois minutos depois, o Brasil chegou novamente com perigo em uma boa triangulação: Bernard encontrou Oscar dentro da área, que deixou de calcanhar para Neymar chutar em cima do goleiro.

Em busca do gol, Felipão fez uma nova aposta: tirou Oscar e colcou Hernanes, numa tentativa de explorar chutes de fora da área. Mas o Brasil se expunha em demasia e o Uruguai aproveitava as brechas. Aos 33 minutos, Cavani só não marcou porque a bola desviou em Luiz Gustavo e saiu raspando a trave de Júlio César.

A seleção brasileira insistia. E aos 36 minutos a bola por pouco não chegou para Fred em ótimas condições. Mas aos 40, ela chegou para a cabeça de Paulinho, após uma cobrança de escanteio de Neymar. E o volante corintiano não perdoou: o Brasil fazia 2 a 1.

Há poucos minutos do fim, a vitória estava selada. Mas Felipão já se preocupava com a final da Copa das Confederações. E, por isso, sacou Neymar e colocou Dante, sobretudo porque o atacante brasileiro vinha se desentendendo com zagueiros uruguaios.

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